
A Estação Pinacoteca abriu essa semana a exposição fotográfica Direito à Memória e à Verdade: a Ditadura no Brasil 1964-1985. Com um grande acervo de imagens da época e informações por computador como relatos de resistentes, o ambiente aproveita também para fazer uma mudança de nome, onde funcionava o prédio do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) agora passa a se chamar Memorial da Resistência.
Extermamente importante para as novas gerações que não conhecem ou querem aprofundar-se no assunto, a exposição conta com uma coleção composta de 110 fotos, todas exibidas nos antigos locais usados para a tortura contra os comunistas no periodo militar. A galeria conta com fotos inéditas e um grande mural com informações e documentos que foram censurados pelos militares.
O evento marcará também o lançamento de uma programação de visitas guiadas, uma vez por semana até o final do ano, monitoradas pessoalmente por ex-presos políticos. A programação incluirá palestras, debates e apresentações de vídeo uma vez por mês, aos sábados, no auditório da Estação Pinacoteca.
Localizado no Lgo. Gen. Osório, 66, Luz, a exposição inicia-se às 10h e fica até as 18h (fecha segunda). Grátis. Telefone: 3337-0185
Extermamente importante para as novas gerações que não conhecem ou querem aprofundar-se no assunto, a exposição conta com uma coleção composta de 110 fotos, todas exibidas nos antigos locais usados para a tortura contra os comunistas no periodo militar. A galeria conta com fotos inéditas e um grande mural com informações e documentos que foram censurados pelos militares.
O evento marcará também o lançamento de uma programação de visitas guiadas, uma vez por semana até o final do ano, monitoradas pessoalmente por ex-presos políticos. A programação incluirá palestras, debates e apresentações de vídeo uma vez por mês, aos sábados, no auditório da Estação Pinacoteca.
Localizado no Lgo. Gen. Osório, 66, Luz, a exposição inicia-se às 10h e fica até as 18h (fecha segunda). Grátis. Telefone: 3337-0185

Um comentário:
Um brinde à velha forma.
À verdade.
À justiça.
À homenagem de todos que não morreram ou sumiram em vão.
E a todos que ainda resistem na luta.
Sem pseudônimos.
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